Cascavel - O Sismuvel (Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Cascavel) quer antecipar a mobilização até o mês de março para definir o reajuste salarial para o funcionalismo da prefeitura. O motivo é a restrição para concessão de reajustes aos servidores públicos em anos eleitorais prevista na legislação eleitoral e na Lei de Responsabilidade Fiscal.
Há cerca de 7 mil funcionários municipais na ativa, que prometem iniciar a mobilização em favor do reajuste salarial a partir do próximo mês. A data base da categoria é 1º de maio. O presidente do, Noraci Nonato, está acertando os últimos detalhes com os membros da diretoria para realização da primeira assembleia do ano destinada a tratar do assunto.
“A nossa expectativa é realizar esse encontro no início de março, porque queremos antecipar as negociações com a Prefeitura de Cascavel prevendo o fechamento do período eleitoral, que veda o aumento de salário acima da inflação”, frisou Noraci.
O índice a ser reivindicado será decidido em assembleia, mas Noraci adiantou que, além das perdas inflacionárias, a categoria pretende reivindicar aumento real. “Nós vamos buscar a melhor negociação para os funcionários e esperamos um diálogo aberto com o Município”.
De acordo com o presidente, somente no caso da administração municipal se negar a apresentar uma contraproposta ou inviabilizar qualquer negociação é que os servidores adotarão medidas mais duras. “Se não tiver nenhum proposta de melhoria salarial a gente vai opinar pela mobilização”, avisou.
Além do reajuste salarial, o Sismuvel pretende entregar uma pauta de reivindicações ao prefeito Edgar Bueno (PDT). Entre os pedidos considerados prioritários está a revisão do Plano de Cargos, Carreiras e Salários. “Chega de promessa do prefeito, que se comprometeu a revisar o Plano de Cargos e isso não aconteceu até agora”.
Município gasta 47% com a folha
Em 2011, a Prefeitura de Cascavel gastou pouco mais de 47% da arrecadação com a folha de pagamento. No ano passado, o reajuste concedido ao funcionalismo municipal foi de 6%. Em entrevista recente, o secretário de Administração, Alisson Ramos da Luz, disse que vai aguardar a pauta de reivindicações dos servidores para analisá-la.
Ele enfatizou que os pedidos que estiverem ao alcance do Município serão atendidos. “Mas aqueles que estiverem fora da realidade financeira vamos descartar”, completou.



O SISMUVEL COMO SEMPRE QUERENDO FAZER DEMAGOGIA EM ANO POLITICO, SE QUERIA MOBILIZAÇAO E LUTA POR PERDAS POR QUE NAO FEZ NOS ANOS ANTERIORES QUANDO HAVIA TEMPO PARA ISSO? VAI FAZER AGORA, PARA DAR TEMPO DE DIZER QUE COMO É ANO POLITICO AS COISAS SÓ ACONTECER DEPOIS QUE OS PREFEITO SE REELEGER, CASO ISSO NAO OCORRA MAIS UMA VEZ O SISMUVEL VAI TER UMA DESCULPA PARA NAO FAZER NADA COMO SEMPRE, E POBRE DOS SERVIDORES, COMO SEMPRE SENDO SÓ "SERVIDORES" QUANDO NAO SERVEM MAIS SÃO DESCARTADOS POIS SE TORNAM APENAS INSERVIVEIS.